sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

APPDA promove Acção de Formação: Ensino Estruturado / Metodologia TEACCH


O Centro de Recursos para a Inclusão (CRI) da APPDA – Lisboa irá realizar, no próximo dia 26 de Fevereiro, a Acção de Formação: Ensino Estruturado / Metodologia TEACCH.

Programa:

Drª Rita Soares (Psicóloga do CRI da APPDA – Lisboa)

9h30: Acolhimento

9h45: “Perturbações do Espectro do Autismo: Descrição e Caracterização”:

- Conceitos Centrais: aspectos do diagnóstico clínico

- Avaliação Psico-Educativa: PEP 3 / CARS

- Avaliação Comportamental

11h00: PAUSA

11h15: “Intervenção educativa em alunos com autismo: A metodologia TEACCH”

-Os quatro pilares da metodologia:

- Estruturação física do espaço

- Informação visual

- O plano de trabalho

- Organização das tarefas

- Descrição de uma Unidade de Ensino Estruturado

- Reunião / Transição

- Aprender

- Trabalhar

- Brincar/ lazer

- Computador

- Avaliação de uma UEEA

13h00: PAUSA ALMOÇO

14h30: “Planificação das rotinas e actividades dos alunos”

- Construção do PEI / CEI

- Actividades académicas

- Reabilitação de outras funções cognitivas

15h30: “Metodologias complementares do ensino estruturado”

- Construir a relação

- Metodologias Aumentativas da comunicação

- Intervenção comportamental

16h30: DISCUSSÃO

Contactos:

Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo

Rua José Luís Garcia Rodrigues - Bairro Alto da Ajuda, 1300-565 LISBOA

Telef. – +351 213 616 25
Fax. +351 213 616 259

Email: direccao@appda-lisboa.org.pt
NIF-505713705

Inscrições:

Via Email: secretaria@appda-lisboa.org.pt

Fax: 213 616 259 ou para a morada da APPDA – Lisboa: Rua José Luis Garcia Rodrigues B.º Alto da Ajuda 1300-565 Lisboa

In: Ajudas

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Best Commercial Ever - Que Sera Sera

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Porque acredito que é possível termos um Mundo melhor...

As recompensas também educam

Recompensar a criança por aquilo que fez bem é um acto natural e desejável. A criança, para além da satisfação própria do dever cumprido, tem a gratificação adicional de um prémio oferecido pelos pais, em sinal do seu apreço pelo cumprimento de determinado objectivo. O problema está na forma e no conteúdo desse prémio.

A principal recompensa que uma criança pode ter é a atenção, o encorajamento e o elogio dos pais. Nada é tão forte e tão estimulante a curto, médio e longo prazo, como a aprovação das suas atitudes pelos pais. Esta é a recompensa que deve ser usada com maior frequência, superando qualquer outra.

No entanto, existem, claro, outras formas de recompensar a criança pelos seus esforços de corresponder às expectativas dos pais.

Uma delas é a recompensa social que envolve, para além da atenção e dos estímulos verbais, como o encorajamento e o elogio, o contacto físico (quem não gosta de um abraço, um beijo ou uma carícia?) ou o envolvimento em actividades que são do gosto da criança após um comportamento adequado, como um jogo, ler uma história, fazer um passeio a pé ou de bicicleta, desenhar ou fazer construções em barro ou plasticina.

As recompensas deste tipo são muito gratificantes para as crianças e também para os pais, pois, além de cumprirem o seu objectivo, de premiar um comportamento adequado, estreitam a relação entre pais e filhos ao estimular a brincadeira em conjunto.

Por: Pediatra Paulo Oom

In: I online

Mutação associada ao nanismo previne cancro e diabetes

Uma mutação num gene fundamental para o crescimento, que origina um tipo de nanismo, previne o cancro e a diabetes numa população de anões no Equador, mostra um estudo publicado em avanço na revista Science Translational Medicine.

Uma equipa internacional de cientistas analisou durante 22 anos um grupo de anões que vivem no Equador e que sofrem da síndrome de Laron. Esta doença acontece quando existe uma mutação num local determinado de um gene que codifica a proteína das células que reconhece a hormona do crescimento.

Esta proteína provoca uma série de acontecimentos, entre os quais o crescimento dos ossos, que é responsável pelo aumento da estatura das pessoas durante as duas primeiras décadas de vida. Quando ocorre esta mutação, as células tornam-se insensíveis à hormona de crescimento e as pessoas mantêm-se pequenas com várias características associada ao nanismo.

Os cientistas compararam 100 indivíduos com esta síndrome com 1600 familiares que tinham a estatura normal. Isto garantia que os dois grupos estavam submetidos aos mesmos factores ambientais.

Ao longo de mais de duas décadas, a equipa não detectou nenhum caso de diabetes no grupo com a mutação e encontrou um único caso de cancro que não foi fatal. Do grupo de controlo, cinco por cento foram diagnosticados com diabetes e 17 por cento com cancro.

“As pessoas que tinham o receptor deficiente da hormona de crescimento não sofreram duas das maiores doenças relacionadas com o envelhecimento. Também têm uma incidência muito pequena de ataques cardíacos, mas o número de mortes devido a este problema é demasiado pequeno para determinar se é ou não significativo”, disse em comunicado o último autor do artigo, Valter D. Longo, investigador da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Segundo os estudos, a insensibilidade à hormona do crescimento faz com que haja menos oxidação da molécula de ADN, além de um comando rápido da morte de todas as células em que se acumulem danos no ADN. Estas duas características poderão explicar a diminuição de cancro.

Por outro lado, a população tinha uma sensibilidade maior à insulina, esta substância também estava menos concentrada no sangue – duas características que diminuem fortemente a hipótese de se desenvolver diabetes.

Esta população de anões foi descoberta em 1987 pelo investigador e médico Jaime Guevara-Aguirre, que pertence ao Instituto de Endocronologia, Metabolismo e Reprodução, de Quito, no Ecuador. O médico é o primeiro autor do artigo do estudo.

“Descobri a população em 1987”, disse ao New York Times Guevara-Aguirre. “Em 1994 apercebi-me que estes pacientes não tinham cancro comparado com os seus familiares. As pessoas disseram-me que eram demasiado poucas pessoas e para tirar alguma conclusão era preciso esperar dez anos, por isso eu esperei. Ninguém acresdiou em mim até falar com Valter Longo em 2005.”

Estes dados corroboram os estudos feitos em ratinhos que tinham o mesmo tipo de deficiência associado à hormona do crescimento, e que por isso, viviam vidas mais longas e eram mais saudáveis.

No entanto, o grupo que sofre da síndrome teve uma esperança média de vida equivalente ao grupo sem a síndrome devido a uma percentagem significativa de mortes associadas a problemas de álcool e acidentes.

O artigo conclui que esta descoberta abre portas para o estudo de bloqueadores da hormona de crescimento para prevenir doenças associadas ao envelhecimento como o cancro e a diabetes.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

II Congresso Internacional 2011 - CADIn

Bem-Vindo ao II Congresso Internacional do CADIn, “Neurodesenvolvimento: As Peças do Puzzle” a realizar-se no Centro de Congressos do Estoril de 24 a 27 de Março de 2011. Os temas deste ano foram escolhidos de acordo com algumas das sugestões dos participantes no I Congresso Internacional do CADIn em 2009.

Irão realizar-se 13 conferências principais, mais de 30 comunicações englobadas em painéis temáticos, 15 workshops, contando sempre com a presença de especialistas nacionais e internacionais. Haverá ainda espaço para apresentação de posters científicos, com candidaturas abertas até 5 de Março de 2011.

Tivemos o cuidado de escolher temas inovadores e variados onde todos encontrem as respostas que procuram. Esperamos que se junte a nós para tornar este evento memorável, à semelhança do que aconteceu em 2009. Contamos consigo!

Pode consultar o Programa Provisório, Ficha Inscrição CI 2011 e informação sobre alguns dos Palestrantes .

Consulte também as normas para a submissão de posters/norms poster submission.

Nota: os 2 créditos atribuídos pela APTCC – Associação Portuguesa de Terapias Comportamental e Cognitiva – aplicam-se apenas a profissionais da área da Psicologia e/ou medicina que frequentem actualmente formação na APTCC.
In: CADIn