sexta-feira, 3 de junho de 2011

Experiências psicomotoras

"A escrita, (…), não é uma competência que a criança aprende como se fosse uma aquisição totalmente nova e a ela estranha; ela é o resultado de variadas aprendizagens efectuadas anteriormente em diferentes áreas, aparentemente não relacionadas com a própria escrita. Trata-se de aprendizagens ligadas ao espaço e ao tempo, vivido e conhecido; trata-se de experiências corporais e de exercícios específicos de coordenação geral e fina; trata-se, ainda do esquema corporal e da lateralidade, enfim, de experiências objectais bem investidas, com as relativas aprendizagens sob o plano perceptivo-motor e representativo.
Não se deve, porém, esquecer o papel basilar de uma vida afectiva equilibrada dentro de relações positivas com o ambiente.

Neste sentido, uma perturbação da escrita deve ser vista muito mais como o indicador de dificuldades presentes a níveis subjacentes, que correspondem a funções psicomotoras específicas e a estágios evolutivos anteriores. Por isso, a intervenção não deve recai sobre a execução formal e repetitiva da escrita, mas deve se dar a través das experiências psicomotoras, gerais e específicas, vividas, agidas e trazidas à consciência; é isso que pode ser feito através da psicomotricidade. "

in: Pg 60 e 61 de 
Boscaini, F. (1998). Psicomotricidade e grafismo. Da grafomotricidade à escrita.
Rio de Janeiro: Sete Letras.

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quinta-feira, 2 de junho de 2011

O Tesourinho na TV


Pôr de castigo

Por vezes a única forma de pôr fim de imediato ao mau comportamento e conseguir que os nossos filhos se comportem como queremos e achamos mais adequado é pondo-os de castigo. Isto significa que, durante algum tempo, a criança fica sozinha num local escolhido por nós, tendo tempo para se acalmar e pensar um pouco nas razões de ali estar, levando-a isso (esperamos nós) a modificar o seu comportamento numa próxima oportunidade. Este método pode ser utilizado a partir dos três anos.

Mas se isto parece relativamente simples, muitos pais podem testemunhar mil e uma peripécias que os levaram à beira de um ataque de nervos quando tentaram pôr uma criança de castigo. Sabe porquê? Porque pôr de castigo não é fácil, é uma arte. E como tal tem os seus segredos para que seja bem sucedida.

Tudo começa por, face a um comportamento inadequado, avisar a criança de que, se o repetir ou não parar, vai ficar de castigo. Pode ser utilizada a técnica de contar até três. Este aviso tem de ser dado com uma voz firme e calma. Nada de gritos ou irritação, pois isto só distrai a criança da mensagem que queremos transmitir. Se a mensagem for dada de forma clara e tranquila, a criança não vai ter dúvidas de que falamos a sério. Se nos descontrolamos damos um péssimo exemplo de comportamento e o que podemos ensinar pondo-a de castigo perdemos com a perda de controlo que transmitimos. 

Pediatra Paulo Oom

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Dia da Criança


Porque hoje é o Dia da Criança...

Porque elas são o melhor do Mundo...

Quero desejar a Todas as crianças do Mundo um bom, um espectacular dia...cheio de muita alegria e sorrisos...

Porfírias

Na TSF, testemunhos de médicos e famílias ajudam-nos a saber mais sobre as doenças raras: os sintomas, as características, os tratamentos e a vida com doenças que poucos têm.

Raros Como Um Diamante,

Entrevista sobre a Porfírias: