sexta-feira, 20 de maio de 2011

Incluir é...

Hoje vivi uma experiência extraordinária onde a inclusão foi vivida realmente...Uma peça de teatro representada por uma turma onde todos puderam participar...Quem estava de fora nem se apercebia se existia algum aluno com necessidades educativas especiais.

É certo que em muitas ocasiões ainda, teimosamente, somos confrontados com colegas (por todo o País) a dizer que a inclusão é uma ilusão...que não há recursos para fazer a inclusão, que estes meninos não ganham nada em estar na escola e que só prejudicam o processo ensino/aprendizagem dos restantes colegas.

Não ambiciono conseguir mudar todas as mentalidades, ambiciono antes criar condições para que sejam dadas oportunidades a todos os alunos, ambiciono que todos possam usufruir das mais diversas actividades.

Para mim incluir é mais do que uma palavra...é viver, é agir, é dar oportunidades para que todos tenham as mesmas oportunidades...é um grande desafio onde cada pequeno passo é uma vitória...

Nos dias de hoje, ainda vemos professores que não criam oportunidades e/ou possibilidades diferenciadas para ensinar...preferem esconder-se atrás de um "rótulo" para se desculparem do insucesso.

Perante a situação vivida pode haver muitos que me perguntem e que recursos foram utilizados?! Os materiais construídos por todos os alunos...e muita entrega, muita dedicação de uma professora que faz com que toda a turma respeite a diversidade individual...que respeita a diferença de cada um em prol do grupo.

Colocarmos o foco nas potencialidades em vez de o fazermos na problemática faz com que seja possível proporcionar oportunidades para todos...faz com que seja possível incluir com sucesso, com qualidade!!!

São estes exemplos que me levam a acreditar que é possível acreditar numa escola de qualidade para TODOS!!!

Dissociação entre Deficiência Mental e Défices Cognitivos

Ontem estive presente numa formação subordinada ao tema da "DISSOCIAÇÃO ENTRE DÉFICE COGNITIVO, DEFICIÊNCIA MENTAL E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM GERAIS E ESPECÍFICAS". Apesar de frequentemente se utilizarem as designações para o mesmo conceito, ficou clara a distinção entre deficiência mental e défice cognitivo.

Assim, resumidamente, segundo Miguel Palha, o défice cognitivo é basicamente definido por um quociente de inteligência (QI) significativamente inferior à média (mais precisamente, ao segundo desvio padrão negativo do teste utilizado que se situa, na maioria dos casos, entre os 70 e os 75), isto é, situa-se exclusivamente no nível da designada inteligência conceptual.

A deficiência mental corresponde à associação de um défice cognitivo a limitações no comportamento adaptativo (maneira como o indivíduo resolve problemas quotidianos pessoais e sociais) em, pelo menos, duas das seguintes áreas: comunicação, autonomia pessoal, autonomia doméstica, competências sociais, uso de recursos comunitários, auto-controlo, competências académicas, competências no trabalho, tempos livres, saúde e segurança.

Para aprofundar estes conceitos, consultar o artigo "Deficiência Mental e Défices Cognitivos".

Por: João Santos

In: INCLUSO

Síndrome de Kawasaki

Na TSF, testemunhos de médicos e famílias ajudam-nos a saber mais sobre as doenças raras: os sintomas, as características, os tratamentos e a vida com doenças que poucos têm.

Raros Como Um Diamante,

Entrevista sobre a Síndrome de Kawasaki: 


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Acessibilidade nos Museus, uma visão integrada - acção de formação

O Instituto Nacional para a Reabilitação, INR, IP, em colaboração com o Grupo para a Acessibilidade dos Museus - GAM - e em parceria com o Instituto de Museus e Conservação, IMC, IP, vai realizar em Lisboa, entre 30 de Maio e 29 de Junho, às segundas e terças, a acção de formação "Acessibilidade nos Museus, uma visão integrada". 

Esta será a primeira de duas acções de formação do curso relativo a esta temática, que trata a área da acessibilidade de forma transversal a toda a actividade do museu. Serão abordadas questões ligadas à arquitectura, ao design de exposições, aos suportes de comunicação (escrita de textos acessíveis, guias multimédia, maquetas, relevos, réplicas, internet), às actividades desenhadas pelo serviço educativo dos museus e outros eventos, bem como a outros serviços (como os cafés e restaurantes) e também aos seus recursos humanos.

Esta acção terá uma duração total de 50 horas e será monitorizada por formadores especialistas nestas áreas.

Para efeitos de participação na acção, anexa-se o programa e a respectiva ficha de inscrição que deverá ser enviada para manuela.s.branco@inr.mtss.pt ou inr@inr.mtss.pt

In: INR

Guloseimas afetam desenvolvimento das crianças

Um estudo recente revela que é cada vez mais importante a influência dos pais na escolha da alimentação das crianças. O mesmo estudo indica que na lista de alimentos não devem figurar guloseimas, salgados ou refrigerantes, que podem reduzir a vitalidade e mesmo o crescimento físico.